BLOG DO RONY CURVELO

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sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Barak Obama e o Prêmio Nobel da Paz

A eleição do presidente Barak Obama para o premio Nobel da Paz, cujo resultado saiu esta manha na cidade de Oslo, Noruega, foi injusto.

Hoje pela manhã tive a oportunidade de ouvir nas rádios, celebridades, o ator Milton Gonçalves emocionado, meus coleguinhas jornalistas que repetem o que ouvem e ai vira verdade. Sugiro que parem e analisem os fatos. Oh control c, control v, se não gostar control z. Parem de colar e copiar gente, pensem....

Barak Obama, esta há alguns meses no governo, inclusive a primeira vez que ocupa um cargo administrativo. Ainda não cumpriu duas promessas de campanha fundamentais e que se realizadas, até justificariam o premio: A de retirar por completo as tropas do Iraque e de fechar a prisão de Guantánamo.

Os deslumbrados com Obama e os coleguinhas que não pesquisam, devem achar que por ser negro, já seria motivo suficiente para receber o premio. Esta é uma atitude no mínimo racista em relação as demais raças.

Quando o presidente Barak Obama tomou posse faltavam apenas duas semanas para o fim das inscrições dos possíveis nominados para o premio Nobel. Logo, este premio é mais uma repulsa ao governo anterior, um chute na perna do Presidente Bush, do que o mérito de Obama. O presidente americano ganhou mais por causa dos discursos, do grito, do que mesmo por causa de suas ações, que ate o momento não houve nenhum resultado concreto em prol da paz. Foi uma premiação apressada, injusta e cheia de deslumbramento.

Em minha opinião o presidente da França, Sarkozy merece muito mais este prêmio. Ele, o presidente da França, tem muito mais tempo do que Obama na presidência. Foi ele quem promoveu a existência do G20, que corrigiu uma injustiça econômica, criando sim, com esta decisão, uma harmonia maior entre os países.

Foi Sarkozy, quem tomou as primeiras medidas ao fim dos ataques da Rússia a Geórgia,participando ativamente nas negociações de um cessar-fogo e exigindo a cooperação russa com veemência . Será que os deslumbrados já esqueceram ?

Enquanto Sarkozy faz, Obama discursa e ainda ganha prêmios! Cést la vie!

Um comentário:

  1. Primeiro gostaria de frisar que Premio Nobel da Paz e nada é a mesma coisa. Apesar de se falar muito em ética, valores e princípios, esta não parece a norma como a sociedade e certas entidades primam para conferir homenagens e prêmios para certos “governantes”, “cidadãos”, “empresários” e outros ilustres que andam por ai.Quer uma prova? Veja e procure saber da reputação de alguns dos agraciados com os tais prêmios tipo “Nobel da Paz”, “Homem do Ano”, “Gestor Emérito” e outros conferidos por esses comitês exdruxulos, câmaras de comércios, entidades de classes e etc. Com raríssimas exceções, a maioria é pura empulhação e puxa-saquismo mesmo, mas felizmente o tempo, sábio que é, se encarrega de mostrar a verdade e não é pouco comum alguns desses homenageados/agraciados depois de algum tempo virarem noticia nas páginas policiais da mídia por estarem sendo processados por fraude, roubo, sonegação ou corrupção. Somente para citarmos alguns exemplos, vejam os casos de empresas estrangeiras como Enron, WordCom, Tyco e Parmalalat (se tivessemos que citar os casos brasileiros, não teríamos espaço suficiente), somente para citarmos os casos mais antigos e assim fazer o pessoal relembrar que não existe nada de novo debaixo do sol, nem mesmo o conluio e a corrupção.
    Quanto ao Sarkozy, discordo de você,nem mesmo que a Carla Bruni viesse de brinde, pois baixinhos vaidosos e complexados já basta os que temos por aqui.
    O que essas entidades que elegem tais figuras precisam mesmo é de CUIDADO AO VOTAR, ou seja, nunca deveríam esquecer ( isto vale para nós simples mortais também) que a grande maioria dos candidatos a qualquer cargo representativo ou não, é composto de pessoas que, em não conseguindo fazer nada de útil para a sociedade, resolveram tirar proveito dela. O perfil psicológico deles pode variar entre um simples “retardado e bufão”, como é o caso do Senador Suplicy, até um “perigoso e dissimulado facínora coletivista”, como é o caso de Mr. Obama ou de seu congênere brasileiro o molusco apedeuta, lógico que guardadas as devidas proporções.
    Edson Vergilio- eavergilio@ig.com.br

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